Novas informações sobre irmãos desaparecidos no Maranhão acendem buscas por Ágatha e Allan

ESTADO ATUAL DAS BUSCAS
As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelly Reis Lago, de 5 anos, e Allan Michael Reis Lago, de 4 anos, entraram no nono dia nesta segunda-feira (12). As crianças desapareceram no dia 4 de janeiro, após saírem para brincar em uma área de mata no quilombo São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, no interior do Maranhão.
FORÇA-TAREFA MOBILIZADA
A operação envolve uma força-tarefa integrada por órgãos estaduais e municipais, incluindo Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Defesa Civil, apoio do Exército Brasileiro e centenas de voluntários. Drones com sensores térmicos, cães farejadores e aeronaves também estão sendo empregados para ampliar a busca nas áreas de mata densa.
ACHADOS NA MATA NÃO SÃO DOS IRMÃOS
No domingo (11), voluntários encontraram novas peças de roupas infantis em um trecho de mata, o que havia alimentado expectativas de avanço nas buscas. No entanto, a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão informou que esses itens não pertencem a Ágatha e Allan após análise pela Polícia Civil.
RESGATE DO PRIMO ENCONTROU VIDA
Das três crianças que desapareceram na mesma ocasião, o primo de 8 anos, Anderson Kauã, foi encontrado com vida no dia 7 de janeiro, em uma área de mata próxima ao local onde desapareceram. Ele passou por atendimento médico e segue com cuidados profissionais.
ESFORÇOS COMUNITÁRIOS E INSTITUCIONAIS
O governador do Maranhão, Carlos Brandão, afirmou que as buscas seguem de forma ininterrupta e que não haverá interrupção enquanto as crianças não forem localizadas. A prefeitura de Bacabal também organizou bases de apoio para abrigar as equipes de resgate e voluntários, oferecendo alimentação e suporte logístico.
IMPACTO NA FAMÍLIA E NA COMUNIDADE
O caso gerou grande mobilização local, com familiares, moradores e órgãos públicos empenhados em localizar os irmãos. Moradores relatam angústia com o desenrolar das buscas, enquanto as autoridades reforçam que a operação prossegue em áreas de difícil acesso na mata.







